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Cada vez mais as pessoas estão se preocupando com a saúde. E isso significa, antes de tudo, uma alimentação de qualidade, ou seja, livre de inseticidas, fungicidas, herbicidas e fertilizantes químicos.
São os famosos agrotóxicos, que, ao eliminar as pragas das plantações, acabam também com as propriedades nutritivas de verduras, legumes e frutas.
E o pior: muitas doenças têm sido provocadas por esses produtos.
É claro que esses métodos empregados pela agricultura convencional vêm gerando muita polêmica.
Mas os crescentes movimentos de pequenos grupos que desde 1970 combatem a contaminação dos alimentos terminaram gerando uma associação que cadastra e regulamenta todos os produtores de alimentos denominados “limpos”. Trata-se da Associação da Agricultura Orgânica, entidade cujo principal objetivo é que o solo seja tratado o mais naturalmente possível, impedindo que se desencadeie o processo de intoxicação dos alimentos e, conseqüentemente, das pessoas.
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Direto em sua casa
Jefferson Steinberg – Esse engenheiro agrônomo, formado pela ESALQ, faculdade de Piracicaba, trabalha com a agricultura orgânica há três anos, em duas chácaras: uma em Ibiúna, outra em Caucaia do Alto. E entrega suas verduras e legumes toda semana, na terça ou na quinta-feira, dependendo do bairro. Você pode escolher entre nove ou dez produtos da época como: alface, cenoura, brócolis, escarola, beterraba, rabanete, berinjela etc.
Revista Criativa São Paulo
Maio/1991
NOV/2006
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